Ter, 24 Mar 14h00
A sessão de abertura foi presidida pela Presidente do Conselho de Administração (PCA), que destacou o carácter estruturante desta iniciativa para o desenvolvimento da aviação civil em Angola: "Hoje, 24 de Março de 2026 vamos dar início à operacionalização da nossa AACA e com isso vamos sinalizando a nossa presença, deixando a nossa marca. O mercado da aviação clama por nós. Precisamos de agir com consciência e estratégia para garantir a consistência e sustentabilidade da Academia e do seu real objectivo. Não queremos fazer marketing. Não estamos a vender sonhos. Estamos a construir e consolidar objectivos reais para o futuro do nosso País. Para que Angola seja autónoma e se possa sustentar com a capacidade do seu próprio Capital Humano. As pessoas importam!” Na ocasião, a PCA encorajou a todos e a cada um dos formandos a aproveitar ao máximo esta oportunidade: aprendam, questionem, partilhem experiências e acima de tudo, assumam o compromisso de aplicar este conhecimento com rigor e responsabilidade. A primeira edição do curso integra 15 participantes, incluindo membros do corpo directivo da AACA e técnicos seleccionados da ANAC. A formação é conduzida por Rolando Tamayo, formador certificado da OACI, que se deslocou a Angola para ministrar um ciclo de três acções formativas, no âmbito da implementação do programa da AACA, com base na metodologia CBTA (Competency-Based Training and Assessment). Esta abordagem privilegia a aprendizagem prática e participativa, assegurando que os formandos adquiram competências para: • Identificar os requisitos necessários ao estabelecimento de organizações de formação; • Avaliar o grau de conformidade com as disposições da OACI; • Desenvolver planos de acção orientados para o cumprimento dos padrões internacionais. Este investimento estratégico visa consolidar um modelo de instrução alinhado com os Standards and Recommended Practices (SARPs) da OACI. Ao reforçar as capacidades de gestão regulamentar e operacional, a AACA contribui para o aumento da eficiência formativa, a melhoria contínua da segurança operacional e a valorização do capital humano angolano, posicionando o país de forma mais competitiva no contexto regional e internacional. |